sábado, 26 de janeiro de 2013

QUEM SE ENCONTRAVAM EM ESTADO PIOR: OS PORCOS OU OS MESTRES DA LEI?




     Quando Jesus chegou à região de Gadara, no lado leste do lago da Galiléia, foram se encontrar com ele dois homens que estavam dominados por demônios. Eles vinham do cemitério, onde estavam morando.      Eram tão violentos e perigosos, que ninguém se arriscava a passar por aquele caminho.
     Eles começaram a gritar: —Filho de Deus, o que o senhor quer de nós? O senhor veio aqui para nos castigar antes do tempo?
     Acontece que perto dali estavam muitos porcos comendo.
     E os demônios pediram a Jesus com insistência: —Se o senhor vai nos expulsar, nos mande entrar naqueles porcos!
     —Pois vão! —disse Jesus. Os demônios foram e entraram nos porcos, e estes se atiraram morro abaixo, para dentro do lago, e se afogaram.
     Os homens que tomavam conta dos porcos fugiram e chegaram até a cidade. Lá contaram tudo isso e também o que havia acontecido com os dois homens que estavam dominados por demônios.
     Então todos os moradores daquela cidade saíram para se encontrar com Jesus; e, quando o encontraram, pediram com insistência que fosse embora da terra deles.
     Jesus entrou num barco, voltou para o lado oeste do lago e chegou à sua cidade. Então algumas pessoas trouxeram um paralítico deitado numa cama. Jesus viu que eles tinham fé e disse ao paralítico: —Coragem, meu filho! Os seus pecados estão perdoados.
     Aí alguns mestres da Lei começaram a pensar: —Este homem está blasfemando contra Deus.
Porém Jesus sabia o que eles estavam pensando e disse: —Por que é que vocês estão pensando essas coisas más?
     O que é mais fácil dizer ao paralítico: “Os seus pecados estão perdoados” ou “Levante-se e ande”?
Pois vou mostrar a vocês que eu, o Filho do Homem, tenho poder na terra para perdoar pecados. Então disse ao paralítico: —Levante-se, pegue a sua cama e vá para casa. O homem se levantou e foi para casa.
     Quando o povo viu isso, ficou com medo e louvou a Deus por dar esse poder a seres humanos.


Mateus 8.28-34, 9.1-8

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