segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

PREFÁCIO DE PR JEAN GIRARD



PREFÁCIO

de 

Jean Girard

Pastor, escritor, graduado em teologia e administração de empresa e missionário em Portugal desde 2012.


Cá Portugal, sinto-me honrado em poder ler este precioso livro. Quero comungar com os ávidos leitores sobre este tema, que muito intriga e nos inspira a voltarmos a fonte, a palavra de Deus.
Necessitamos cada vez mais de águas profundas e é nesse afã que felicito meu amigo e irmão pastor Valberto Santana por esta obra.
Nossa amizade já perdura por mais de duas décadas, ora no Brasil e ora aqui na Europa. São incitáveis congressos e seminários que estivemos juntos e agora vejo em seus escritos mais uma ferramenta poderosa para se fazer a obra de Deus por este mundo a fora.
Em seus títulos de capítulos já dão uma ideia de que a fasquia está alta (o Nível está elevado) como se diz cá Portugal. Valberto discorreu em primeiro lugar sobre: cativeiros e prisões. Nesse ponto o caro escritor fez um levantamento bíblico impressionante e destacou uma realidade muito séria: Existe em cada ser humano uma tendência para o mal, para o que é maligno ou diabólico. De fato é um assunto que se tem que parar para pensar.
Depois ele abordou o império das trevas. Aqui é de ficar de cabelo em pé, mas quero destacar a libertação desse império quando ele ensina algo muito belo sobre a fé: A fé cristã ensina que a vida presente é uma caminhada e que a morte é uma passagem para uma vida eterna e feliz para todos os que seguirem os ensinamentos de Cristo.
Terceiro, domínio do pecado. Há pessoas que vivem longe de Cristo como que se não existisse a força do pecado, mas neste livro iremos encontrar que: A vida do homem, não pertence a Ele mesmo, sim a Deus, que o santifica e o transforma em morada do Espírito Santo. Só Ele tem esse poder!
Já no quarto capítulo, temos, nosso campo de    batalha. Será se realmente conhecemos o nosso campo de batalha? As vezes pensando na dinâmica de vida de muitas pessoas, famílias, cidades e nações, percebemos uma grande distância desse conhecimento. Obrigado Pr Valberto por esse capítulo!
No quinto assunto desse livro, o autor falou sobre: alma ferida. Há pessoas que vivem a crise dos três nós: Na garganta, no peito e no pé da barriga, isso tudo por casa de suas feridas adquiridas ao logo de sua vida longe de Deus.
Por último temos, o valor da libertação. Uma vida transformada, redimida, regatada nos prova esse valor. Se não tivéssemos sido libertos, aonde estaríamos hoje? Muitos certamente já teriam morrido sem Jesus e estariam experimentando um sofrimento eterno e que aumentará certamente após o Juízo Final.
Concluo de que havia uma grande lacuna na Igreja Evangélica de pessoas que refletissem o assunto Libertação, com essa ótica do Pr Valterto. O pensamento de libertação é, sem dúvidas, uma das grandes carências da igreja pós-moderna.   
Agora desafio todos os leitores a extraímos é maximizarmos em nosso ministério a riqueza expressada nesta obra, e cada dia minimizamos a ignorância do assunto em voga.
Ao autor, expresso gratidão por nós brindar com sua obra, aos leitores uma boa viagem pelo conhecimento expresso neste livro. 

Cascais Portugal - Janeiro 2015

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

APRESENTAÇÃO DO EDITOR


Editado

por

Pr Gilmar Tavares Reis
Vosso co-servo

Em primeiro lugar, quero louvar a Deus pela vida do Pr Valberto Santana. Estou indo para 20 anos que conheço esse homem de Deus. Eu, novo na fé e ele já anunciava as boas Novas do Evangelho e muito do que tenho vivido hoje é fruto de seus sábios conselhos.
Recebo de Deus a dupla honra de fazer a coordenação editorial e a apresentação do seu livro. Ele que já ministrou em muitos simpósios, cruzadas e congressos, agora chegou o momento de lançarmos o seu primeiro opúsculo.
O livro: Libertação, estamos em guerra; é um trabalho fruto de um ardo ministério dado por Jesus e desenvolvido pelo Brasil e Europa. Nem de perto cai nas trivialidades de “batalhas espirituais” que vemos se aventurando por aí.
O leitor tem em mãos um livro que vem completar e enriquecer a igreja entre tantos livros que abordam a questão de libertação. O pastor e escritor Valberto Santana conseguiu captar várias questões bíblicas e sociais em relação a libertação e visualizar certos comportamentos com uma ótica rara, mas própria de um escritor com a visão social e profética.
Editando esse livro, reportei-me a outro grande escritor, quando ele falava também sobre libertação: Libertação! Assinada em lágrimas, selada com sangue, escrita em pergaminho celestial, registrada nos arquivos eternos. A tinta negra da acusação foi totalmente coberta pela tinta vermelha da cruz: "O sangue de Jesus Cristo nos purifica de todo pecado. Afirmou T. De Witt Talmage e Thomas Watson declarou: As pessoas que não têm Cristo como Rei para reinar sobre elas jamais terão seu sangue para salvá-las.
E é assim, sob o sangue de Jesus vertido na cruz do calvário, que apresento esse belíssimo livro.
Deus seja louvado!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

PREFÁCIO DO MEU NONO LIVRO


PREFÁCIO

POR

Gilmar Tavares Reis
Vosso co-servo


É provável que sua expectativa, ao começar a ler este prefácio, seja a de encontrar um texto esclarecedor das ideias de Heráclito de Éfeso.
Sinto-me honrado em apresentar essa genuína obra que nasceu como fruto de um trabalho de reflexão e pesquisa sobre os pensamentos do filósofo.
 Considerado uma pessoa irrequieta, provocadora e de grande sabedoria, que busca provar por meio de atitudes que é possível manter uma coerência de ideias e ideais.
Vale ressaltar que sua visão multidisciplinar é fruto de uma rica atuação profissional por diversas áreas dos saberes, passando assim pelas Ciências Agrárias, Administração, Comunicação, Pedagogia e Direito.
A obra apresentada revela um homem pré-socrático que admitia que tudo é movimento, e que nada pode permanecer estático. Panta Rhei, sua máxima, significa tudo flui, tudo se move, exceto o próprio movimento.

Não tenho dúvidas que esse livro contribuirá significativamente para ampliar ainda mais o conhecimento do leitor, como quando diz: “Ninguém pode se banhar duas vezes no mesmo rio, porque o rio não é mais o mesmo”. Para o filósofo não há nada que seja perpétuo, exceto o constante devir ou vir a ser. “O que se opõe coopera, e da luta dos contrários procede a mais bela harmonia”.