segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

PELA FÉ


     A fé é a certeza de que vamos receber as coisas que esperamos e a prova de que existem coisas que não podemos ver.
     Foi pela fé que as pessoas do passado conseguiram a aprovação de Deus.
     É pela fé que entendemos que o Universo foi criado pela palavra de Deus e que aquilo que pode ser visto foi feito daquilo que não se vê.
     Foi pela fé que Abel ofereceu a Deus um sacrifício melhor do que o de Caim. Pela fé ele conseguiu a aprovação de Deus como homem correto, tendo o próprio Deus aprovado as suas ofertas. Por meio da sua fé, Abel, mesmo depois de morto, ainda fala.
     Foi pela fé que Enoque escapou da morte. Ele foi levado para Deus, e ninguém o encontrou porque Deus mesmo o havia levado. As Escrituras Sagradas dizem que antes disso ele já havia agradado a Deus.
     Sem fé ninguém pode agradar a Deus, porque quem vai a ele precisa crer que ele existe e que recompensa os que procuram conhecê-lo melhor.
     Foi pela fé que Noé ouviu os avisos de Deus sobre as coisas que iam acontecer e que não podiam ser vistas. Noé obedeceu a Deus e construiu uma barca em que ele e a sua família foram salvos. Assim Noé condenou o mundo e recebeu de Deus a aprovação que vem por meio da fé.
     Foi pela fé que Abraão, ao ser chamado por Deus, obedeceu e saiu para uma terra que Deus lhe prometeu dar. Ele deixou o seu próprio país, sem saber para onde ia.
     Pela fé ele morou como estrangeiro na terra que Deus lhe havia prometido. Viveu em barracas com Isaque e Jacó, que também receberam a mesma promessa de Deus.
     Porque Abraão esperava a cidade que Deus planejou e construiu, a cidade que tem alicerces que não podem ser destruídos.
     Foi pela fé que Abraão se tornou pai, embora fosse velho demais e a própria Sara não pudesse mais ter filhos. Ele creu que Deus ia cumprir a sua promessa.
     Assim, de um só homem, que estava praticamente morto, nasceram tantos descendentes como as estrelas do céu, tão numerosos como os grãos de areia da praia do mar.
     Todos esses morreram cheios de fé. Não receberam as coisas que Deus tinha prometido, mas as viram de longe e ficaram contentes por causa delas. E declararam que eram estrangeiros e refugiados, de passagem por este mundo.
     E aqueles que dizem isso mostram bem claro que estão procurando uma pátria para si mesmos.
     Não ficaram pensando em voltar para a terra de onde tinham saído. Se quisessem, teriam a oportunidade de voltar.
     Mas, pelo contrário, estavam procurando uma pátria melhor, a pátria celestial. E Deus não se envergonha de ser chamado de o Deus deles, porque ele mesmo preparou uma cidade para eles.
     Foi pela fé que Abraão, quando Deus o quis pôr à prova, ofereceu o seu filho Isaque em sacrifício. Deus tinha prometido muitos descendentes a Abraão, mas mesmo assim ele estava pronto para oferecer o seu único filho em sacrifício.
     Deus lhe tinha dito: “Por meio de Isaque é que você terá descendentes.”
     Abraão reconhecia que Deus era capaz de ressuscitar Isaque, e, por assim dizer, Abraão tornou a receber da morte o seu filho Isaque.
     Foi pela fé que Isaque prometeu bênçãos para o futuro a Jacó e a Esaú.
     Foi pela fé que Jacó, pouco antes de morrer, abençoou os filhos de José. Ele se apoiou na sua bengala e adorou a Deus.
     Foi pela fé que José, quando estava para morrer, falou da saída dos israelitas do Egito e deu ordens sobre o que deveria ser feito com o seu corpo.
     Foi pela fé que os pais de Moisés, quando ele nasceu, o esconderam durante três meses. Eles viram que o menino era bonito e não tiveram medo de desobedecer à ordem do rei.
     Foi pela fé que Moisés, quando já era adulto, não quis ser chamado de filho da filha de Faraó.
     Ele preferiu sofrer com o povo de Deus em vez de gozar, por pouco tempo, os prazeres do pecado.
     Ele achou que era muito melhor sofrer o desprezo por causa do Messias do que possuir todos os tesouros do Egito. É que ele tinha os olhos fixos na recompensa futura.
     Foi pela fé que Moisés saiu do Egito, sem ter medo da raiva do rei, e continuou firme, como se estivesse vendo o Deus invisível.
     Pela fé Moisés começou o costume de celebrar a Páscoa e mandou marcar com sangue as portas das casas dos israelitas para que o Anjo da Morte não matasse os filhos mais velhos deles.
      Foi pela fé que os israelitas atravessaram o mar Vermelho como se fosse terra seca. E, quando os egípcios tentaram atravessar, o mar os engoliu.
     Foi pela fé que caíram as muralhas de Jericó, depois que os israelitas marcharam em volta delas durante sete dias.
     Foi pela fé que Raabe, a prostituta, não morreu com os que tinham desobedecido a Deus, pois ela havia recebido bem os espiões israelitas.
     O que mais posso dizer? O tempo é pouco para falar de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas.
     Pela fé eles lutaram contra nações inteiras e venceram. Fizeram o que era correto e receberam o que Deus lhes havia prometido. Fecharam a boca de leões, apagaram incêndios terríveis e escaparam de serem mortos à espada. Eram fracos, mas se tornaram fortes. Foram poderosos na guerra e venceram exércitos estrangeiros.
      Pela fé mulheres receberam de volta os seus mortos, que ressuscitaram. Outros foram torturados até a morte; eles recusaram ser postos em liberdade a fim de ressuscitar para uma vida melhor.
      Alguns foram insultados e surrados; e outros, acorrentados e jogados na cadeia.
     Outros foram mortos a pedradas; outros, serrados pelo meio; e outros, mortos à espada. Andaram de um lado para outro vestidos de peles de ovelhas e de cabras; eram pobres, perseguidos e maltratados.
     Andaram como refugiados pelos desertos e montes, vivendo em cavernas e em buracos na terra. O mundo não era digno deles!
      Porque creram, todas essas pessoas foram aprovadas por Deus, mas não receberam o que ele havia prometido.
     Pois Deus tinha preparado um plano ainda melhor para nós, a fim de que, somente conosco, elas fossem aperfeiçoadas.


Hebreus 11.1-40

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

O NOVO SANTUÁRIO

    
 
     A primeira aliança tinha leis sobre a adoração e tinha também um santuário construído por seres humanos, onde se adorava a Deus.
     Foi armada uma Tenda, dividida em duas partes. Na parte da frente, chamada Lugar Santo, ficavam o candelabro e a mesa com os pães oferecidos a Deus.
     Atrás da segunda cortina ficava a parte que era chamada de Lugar Santíssimo.
     Ali estava colocado o altar de ouro onde era queimado o incenso, e também estava colocada a arca da aliança, toda coberta de ouro. Dentro da arca estavam a vasilha de ouro com o maná, o bastão de Arão, do qual tinham saído brotos, e as duas placas de pedra com os mandamentos escritos nelas.
     Em cima da arca, representando a Presença Divina, estavam os querubins, com as suas asas abertas sobre o lugar onde os pecados eram perdoados. Mas agora não é o momento de explicar os detalhes dessas coisas.
     Depois de tudo isso ter sido preparado, os sacerdotes entram todos os dias na parte da frente da Tenda, que é o Lugar Santo, para cumprir os seus deveres religiosos.
     Mas somente o Grande Sacerdote entra na parte de trás, que é o Lugar Santíssimo, e isso apenas uma vez por ano. Ele oferece a Deus o sangue de animais, em favor de si mesmo e também pelos pecados que o povo cometeu sem saber que estava pecando.
     Por meio disso tudo, o Espírito Santo nos ensina, de modo bem claro, que a entrada para o Lugar Santíssimo ainda não foi aberta enquanto a parte da frente, que é o Lugar Santo, continuar sendo usada.
     Isso é um símbolo para hoje. Quer dizer que as ofertas e os sacrifícios de animais oferecidos a Deus não tornam perfeito o coração das pessoas que o adoram.
     Essas ofertas e sacrifícios têm a ver somente com comida, com bebida e com várias cerimônias de purificação. São regras externas que têm valor somente até que Deus renove todas as coisas.
     Mas Cristo veio como o Grande Sacerdote das coisas boas que já estão aqui. A Tenda em que ele serve é melhor e mais perfeita e não foi construída por seres humanos, isto é, não é deste mundo.
     Quando Cristo veio e entrou, uma vez por todas, no Lugar Santíssimo, ele não levou consigo sangue de bodes ou de bezerros para oferecer como sacrifício. Pelo contrário, ele ofereceu o seu próprio sangue e conseguiu para nós a salvação eterna.
     O sangue de bodes e de touros e as cinzas da bezerra queimada são espalhados sobre as pessoas impuras, e elas ficam purificadas por fora.
      Se isso é assim, imaginem então quanto maior ainda é o poder do sangue de Cristo! Por meio do Espírito eterno ele se ofereceu a si mesmo a Deus como sacrifício sem defeito. E o seu sangue nos purifica por dentro, tirando as nossas culpas; assim podemos servir ao Deus vivo, pois já não praticamos cerimônias que não valem nada.

 
Hebreus 9.1-14

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

A VERDADEIRA FELICIDADE

 
Quando Jesus viu aquelas multidões, subiu um monte e sentou-se. Os seus discípulos chegaram perto dele, e ele começou a ensiná-los.
Felizes as pessoas que sabem que são espiritualmente pobres, pois o Reino do Céu é delas.
Felizes as pessoas que choram, pois Deus as consolará.
Felizes as pessoas humildes, pois receberão o que Deus tem prometido.
Felizes as pessoas que têm fome e sede de fazer a vontade de Deus, pois ele as deixará completamente satisfeitas.
Felizes as pessoas que têm misericórdia dos outros, pois Deus terá misericórdia delas.
Felizes as pessoas que têm o coração puro, pois elas verão a Deus.
Felizes as pessoas que trabalham pela paz, pois Deus as tratará como seus filhos.
Felizes as pessoas que sofrem perseguições por fazerem a vontade de Deus, pois o Reino do Céu é delas.
Felizes são vocês quando os insultam, perseguem e dizem todo tipo de calúnia contra vocês por serem meus seguidores.
Fiquem alegres e felizes, pois uma grande recompensa está guardada no céu para vocês. Porque foi assim mesmo que perseguiram os profetas que viveram antes de vocês.
 
Mateus 5.1-12

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

LANÇAMENTO DO TERCEIRO LIVRO

 
PREFÁCIO
DE
Pr. Romeu Ivo Almeida
Presidente da Assembleia de Deus Esperança em Goiás.
 
É com grata satisfação que prefacio esta auspiciosa obra de autoria do exitoso pastor Gilmar Tavares Reis. O presente livreto é uma magnífica ferramenta de proteção e orientação para as famílias.
Com um estilo claro, aliado a uma vasta pesquisa metodológica, o autor nos conduz por cinco princípios poderosos que creio serem suficientes para suprir as necessidades da família pós-modernas. Tais princípios derivam do texto sagrado, especialmente do verso 42 do capítulo 2 do livro de Atos, narrativa que revela o segredo do sucesso da Igreja primitiva e consecutivamente a vitória da família cristã.
O caminho é claro: Primeiro, é nos apresentado o valor da firmeza diante do pecado. Segundo, os conselhos de Paulo são destacados por causa de seu apostolado aprovado que nos mostra o caminho mais excelente. Terceiro, a ênfase no amor é um momento especial desta leitura, pois esse sentimento é o firme fundamento da prática das famílias cristãs. Quarto, que sejamos lembrados sempre, como neste livro, da nossa missão para com os necessitados - o partir do pão; e em quinto, o autor assevera que o nosso estilo de vida chega diante de Deus antes de nossas palavras.
O pastor Gilmar é um humilde servo de Deus, homem abnegado, de experiência pastoral ascendente. Ele possui predicados de uma vida irrepreensível que o legitima para ensinar o que se propõe nestas lições.
Mergulhe nessas mensagens com o coração aberto tal como terra fértil para receber a semente da Palavra de Deus que aqui é exposta de forma simples e profunda. Permita que essa leitura acrescente não apenas conhecimento à sua mente, mas produza hábitos saudáveis na sua vida e no seu coração.
 
Que Deus lhe abençoe!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

VIDA NOVA EM CRISTO




     Já que vocês morreram com Cristo para os princípios elementares deste mundo, por que é que vocês, então, vivem como se ainda pertencessem a ele, se submetem a regras: "Não manuseie!" "Não prove!" "Não toque!"?
     Todas essas coisas estão destinadas a perecer pelo uso, pois se baseiam em mandamentos e ensinos humanos.
     Essas regras têm, de fato, aparência de sabedoria, com sua pretensa religiosidade, falsa humildade e severidade com o corpo, mas não têm valor algum para refrear os impulsos da carne.

domingo, 5 de maio de 2013

NO PAPEL É UMA COISA...





     A Constituição Federativa do Brasil reza no Art. 73 os pre-requisitos para Ministros compor a liderança do TCU, com as seguintes palavras:
     O Tribunal de Contas da União, integrado por nove Ministros, tem sede no Distrito Federal, quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território nacional, exercendo, no que couber, as atribuições previstas no art. 96. 

§ 1° Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos: 

I. mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade; 

II. idoneidade moral e reputação ilibada; 
III. notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração pública; 
IV. mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior.
    Na perspectiva eclesiástica-evangélica, os critérios também são nessa dimensão, "rígidos". Alguns que exercem alguma função apresentam um "notório" saber a custas de comprimidos teológicos: "Engula essa pírola uma vez por mês, semestre ou anualmente e a sabedoria virá". Essa receita é aceita por quase todos. 
     Vamos juntos neste caminho porque Bar-Jesus merece o melhor, com sua idoneidade moral e reputação ilibada.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

TRADICIONALISMO RELIGIOSO




     TRADICIONALISMO RELIGIOSO: benção ou maldição? Em pleno século XXI é benção pela luta na pregação do evangelho puro e simples (pelo menos no discurso), contudo, maldição por querer tratar questões contemporâneas a partir de "cabeças" que insistem em não vê a transformação social. 
     Ex: Antes não se falava sobre sexualidade. Hoje as cartilhas do MEC ensinam tudo, tudo mesmo, e de maneira erra, a sexualidade para crianças de 4, 5, 6 anos de idade. O tradicionalismo, no entanto, censura a fala de maneira correta para maiores de 12 anos. 
     É um tradicionalismo cego! Oxalá que não seja muito tarde o abrir dos olhos do tradicionalismo. Provera Deus não depender só do tradicionalismo para o crescimento do seu Reino...

sábado, 13 de abril de 2013

SOGRA CURADA



    
     Jesus foi à casa de Pedro e viu a sogra dele de cama, com febre.
     Jesus tocou na mão dela, e a febre saiu dela. Então ela se levantou e começou a cuidar dele.
     Depois do pôr-do-sol, o povo levou até Jesus muitas pessoas que estavam dominadas por demônios. E ele, apenas com uma palavra, expulsava os espíritos maus e curava todas as pessoas que estavam doentes.

Mateus 8.14-16

quinta-feira, 21 de março de 2013

VOCÊ ME AMA REALMENTE


   

  Depois disso Jesus apareceu novamente aos seus discípulos, à margem do mar de Tiberíades. Foi assim:
Estavam juntos Simão Pedro; Tomé, chamado Dídimo; Natanael, de Caná da Galiléia; os filhos de Zebedeu; e dois outros discípulos.
     "Vou pescar", disse-lhes Simão Pedro. E eles disseram: "Nós vamos com você". Eles foram e entraram no barco, mas naquela noite não pegaram nada.
     Ao amanhecer, Jesus estava na praia, mas os discípulos não o reconheceram.
     Ele lhes perguntou: "Filhos, vocês têm algo para comer? " "Não", responderam eles.
     Ele disse: "Lancem a rede do lado direito do barco e vocês encontrarão". Eles a lançaram, e não conseguiam recolher a rede, tal era a quantidade de peixes.
     O discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: "É o Senhor! " Simão Pedro, ouvindo-o dizer isso, vestiu a capa, pois a havia tirado, e lançou-se ao mar.
     Os outros discípulos vieram no barco, arrastando a rede cheia de peixes, pois estavam apenas a cerca de noventa metros da praia.
     Quando desembarcaram, viram ali uma fogueira, peixe sobre brasas, e um pouco de pão.
     Disse-lhes Jesus: "Tragam alguns dos peixes que acabaram de pescar".
     Simão Pedro entrou no barco e arrastou a rede para a praia. Ela estava cheia: tinha cento e cinqüenta e três grandes peixes. Embora houvesse tantos peixes, a rede não se rompeu.
Jesus lhes disse: "Venham comer". Nenhum dos discípulos tinha coragem de lhe perguntar: "Quem és tu? " Sabiam que era o Senhor.
     Jesus aproximou-se, tomou o pão e o deu a eles, fazendo o mesmo com o peixe.
     Esta foi a terceira vez que Jesus apareceu aos seus discípulos, depois que ressuscitou dos mortos.
     Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: "Simão, filho de João, você me ama realmente mais do que estes? " Disse ele: "Sim, Senhor, tu sabes que te amo". Disse Jesus: "Cuide dos meus cordeiros".
     Novamente Jesus disse: "Simão, filho de João, você realmente me ama? " Ele respondeu: "Sim, Senhor tu sabes que te amo". Disse Jesus: "Pastoreie as minhas ovelhas".
     Pela terceira vez, ele lhe disse: "Simão, filho de João, você me ama? " Pedro ficou magoado por Jesus lhe ter perguntado pela terceira vez "Você me ama? " e lhe disse: "Senhor, tu sabes todas as coisas e sabes que te amo". Disse-lhe Jesus: "Cuide das minhas ovelhas.
     Digo-lhe a verdade: Quando você era mais jovem, vestia-se e ia para onde queria; mas quando for velho, estenderá as mãos e outra pessoa o vestirá e o levará para onde você não deseja ir".
     Jesus disse isso para indicar o tipo de morte com a qual Pedro iria glorificar a Deus. E então lhe disse: "Siga-me! "
     

João 21:1-25

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

NA MESMA HORA




     Jesus voltou a Caná da Galiléia, onde havia transformado água em vinho. Estava ali um alto funcionário público que morava em Cafarnaum. Ele tinha em casa um filho doente.
     Quando ouviu dizer que Jesus tinha vindo da Judéia para a Galiléia, foi pedir a ele que fosse a Cafarnaum e curasse o seu filho, que estava morrendo.
     Jesus disse ao funcionário: —Vocês só crêem quando vêem grandes milagres!
     Ele respondeu: —Senhor, venha depressa, antes que o meu filho morra!
     —Volte para casa! O seu filho vai viver! —disse Jesus. Ele creu nas palavras de Jesus e foi embora.
     No caminho encontrou-se com os seus empregados, que disseram: —O seu filho está vivo!
    Então ele perguntou a que horas o filho havia começado a melhorar. Os empregados responderam: —Ontem, à uma da tarde, a febre passou.
     Aí o pai lembrou que havia sido naquela mesma hora que Jesus tinha dito: “O seu filho vai viver.” Então ele e toda a família creram em Jesus.
     Esse foi o segundo milagre que Jesus fez depois de ter ido da Judéia para a Galiléia.

João 4.46-54

sábado, 26 de janeiro de 2013

QUEM SE ENCONTRAVAM EM ESTADO PIOR: OS PORCOS OU OS MESTRES DA LEI?




     Quando Jesus chegou à região de Gadara, no lado leste do lago da Galiléia, foram se encontrar com ele dois homens que estavam dominados por demônios. Eles vinham do cemitério, onde estavam morando.      Eram tão violentos e perigosos, que ninguém se arriscava a passar por aquele caminho.
     Eles começaram a gritar: —Filho de Deus, o que o senhor quer de nós? O senhor veio aqui para nos castigar antes do tempo?
     Acontece que perto dali estavam muitos porcos comendo.
     E os demônios pediram a Jesus com insistência: —Se o senhor vai nos expulsar, nos mande entrar naqueles porcos!
     —Pois vão! —disse Jesus. Os demônios foram e entraram nos porcos, e estes se atiraram morro abaixo, para dentro do lago, e se afogaram.
     Os homens que tomavam conta dos porcos fugiram e chegaram até a cidade. Lá contaram tudo isso e também o que havia acontecido com os dois homens que estavam dominados por demônios.
     Então todos os moradores daquela cidade saíram para se encontrar com Jesus; e, quando o encontraram, pediram com insistência que fosse embora da terra deles.
     Jesus entrou num barco, voltou para o lado oeste do lago e chegou à sua cidade. Então algumas pessoas trouxeram um paralítico deitado numa cama. Jesus viu que eles tinham fé e disse ao paralítico: —Coragem, meu filho! Os seus pecados estão perdoados.
     Aí alguns mestres da Lei começaram a pensar: —Este homem está blasfemando contra Deus.
Porém Jesus sabia o que eles estavam pensando e disse: —Por que é que vocês estão pensando essas coisas más?
     O que é mais fácil dizer ao paralítico: “Os seus pecados estão perdoados” ou “Levante-se e ande”?
Pois vou mostrar a vocês que eu, o Filho do Homem, tenho poder na terra para perdoar pecados. Então disse ao paralítico: —Levante-se, pegue a sua cama e vá para casa. O homem se levantou e foi para casa.
     Quando o povo viu isso, ficou com medo e louvou a Deus por dar esse poder a seres humanos.


Mateus 8.28-34, 9.1-8

sábado, 19 de janeiro de 2013

OUTROS SETE ESPÍRITOS PIORES AINDA



      Jesus estava expulsando de certo homem um demônio que não o deixava falar. Quando o demônio saiu, o homem começou a falar. A multidão ficou admirada, mas alguns disseram: —É Belzebu, o chefe dos demônios, que dá poder a este homem para expulsar demônios.
     Outros, querendo conseguir alguma prova contra Jesus, pediam que ele fizesse um milagre para mostrar que o seu poder vinha de Deus.
      Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse: —O país que se divide em grupos que lutam entre si certamente será destruído; a família que se divide em grupos que lutam entre si também será destruída. Se o reino de Satanás tem grupos que lutam entre si, como continuará a existir? Vocês dizem que é Belzebu que me dá poder para expulsar demônios.
     Mas, se é assim, quem dá aos seguidores de vocês o poder para expulsar demônios? Assim, os seus próprios seguidores provam que vocês estão completamente enganados.Na verdade é pelo poder de Deus que eu expulso demônios, e isso prova que o Reino de Deus já chegou até vocês.
       —Quando um homem forte e bem armado guarda a sua própria casa, tudo o que ele tem está seguro.
Mas, quando um homem mais forte o ataca e vence, leva todas as armas em que o outro confiava e reparte tudo o que tomou dele.
       —Quem não é a meu favor é contra mim; e quem não me ajuda a ajuntar está espalhando. Jesus continuou: —Quando um espírito mau sai de alguém, anda por lugares sem água, procurando onde descansar, mas não encontra. Então diz: “Vou voltar para a minha casa, de onde saí.” Aí volta e encontra a casa varrida e arrumada. Depois sai e vai buscar outros sete espíritos piores ainda, e todos ficam morando ali. Assim a situação daquela pessoa fica pior do que antes.
      Quando Jesus acabou de dizer isso, uma mulher que estava no meio da multidão gritou para ele: —Como é feliz a mulher que pôs o senhor no mundo e o amamentou!
       Mas Jesus respondeu: —Mais felizes são aqueles que ouvem a mensagem de Deus e obedecem a ela.


Lucas 11.14-28

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

EM FRENTE DE TODOS


    

      Havia um homem na sinagoga que estava dominado por um demônio. O homem gritou: —Ei, Jesus de Nazaré! O que você quer de nós? Você veio para nos destruir? Sei muito bem quem é você: é o Santo que Deus enviou!
      Então Jesus ordenou ao demônio: —Cale a boca e saia deste homem! Em frente de todos, o demônio atirou o homem no chão e saiu dele sem lhe causar nenhum ferimento.
      Todos ficaram espantados e diziam uns para os outros: —Que tipo de palavras são essas? Este homem, com autoridade e poder, expulsa os espíritos maus, e eles vão embora.
      E as notícias a respeito de Jesus se espalharam por toda aquela região.

Lucas 4.33-37

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

QUANDO VOLTARAM DO TÚMULO


        

       No domingo bem cedo, as mulheres foram ao túmulo, levando os perfumes que haviam preparado.
        Elas viram que a pedra tinha sido tirada da entrada do túmulo.
     Porém, quando entraram, não acharam o corpo do Senhor Jesus e não sabiam o que pensar. De repente, apareceram diante delas dois homens vestidos com roupas muito brilhantes.
        E elas ficaram com medo, e se ajoelharam, e encostaram o rosto no chão. Então os homens disseram a elas: —Por que é que vocês estão procurando entre os mortos quem está vivo?
       Ele não está aqui, mas foi ressuscitado. Lembrem que, quando estava na Galiléia, ele disse a vocês:“O Filho do Homem precisa ser entregue aos pecadores, precisa ser crucificado e precisa ressuscitar no terceiro dia”.
       Então as mulheres lembraram das palavras dele e, quando voltaram do túmulo, contaram tudo isso aos onze apóstolos e a todos os outros.

Lucas 24.1-9