sexta-feira, 11 de março de 2011

EVOLUÇÃO: O HOMEM SE TORNARÁ EM QUÊ?


“Chales Darwin disse: Se se pudesse demonstrar que existiu algum organismo complexo que possivelmente não tenha sido formado por inúmeras modificações leves e sucessivas, minha teoria entraria em absoluto colapso”, comentou Norman Geisler.


Charles Robert Darwin (1809-1882), segundo a Enciclopédia Microsoft Encarta, foi um cientista britânico que criou as bases da moderna teoria da evolução, ao apresentar o conceito de que todas as formas de vida se desenvolveram em um lento processo de seleção natural. Seu trabalho teve uma influência decisiva sobre as diferentes disciplinas científicas e sobre o pensamento moderno em geral.
Em 1831, depois de graduar-se em Cambridge, o jovem Darwin embarcou, aos 22 anos, no navio de reconhecimento HMS Beagle, para empreender uma expedição científica ao redor do mundo, como naturalista sem remuneração.
Começou a compilar suas idéias sobre a evolução dos organismos logo que regressou à Inglaterra, em 1836. A teoria completa de Darwin foi publicada em 1859, com o título A origem das espécies por meio da seleção natural. Este livro, que ficou mais conhecido apenas como A origem das espécies, e do qual se disse que “causou uma comoção no mundo”, esgotou-se no primeiro dia de sua publicação e foram feitas seis edições sucessivas.
A teoria sustenta que os membros jovens das diferentes espécies competem intensamente pela sobrevivência. Os que sobrevivem, e darão origem à geração seguinte, tendem a incorporar modificações naturais favoráveis, que se transmitem por meio da hereditariedade. Em conseqüência, cada geração será melhor, em termos adaptativos, em relação às anteriores. Este processo gradual e contínuo é a causa da evolução das espécies.
O que chama mais atenção é que Darwin começou como teísta cristão, foi batizado na Igreja da Inglaterra e, apesar de sua rejeição ao cristianismo, foi enterrado na Abadia de Westminster. A vida dele é um microcosmo de cresça do final do século XIX.
Por volta de 1835, antes de zarpar no Beagle, ele ainda era criacionista. Darwin descreveu seu próprio declínio religioso, “eu era bem ortodoxo e me lembro das zombarias intensas por parte de vários oficiais por citar a Bíblia como autoridade incontestável em alguma questão de moralidade” (Autobiografia).
Contudo, ele não acreditava que a Bíblia fosse uma autoridade incontestável quanto à ciência nessa época. De acordo com Ernst Mayr “já em 1844, suas opiniões haviam atingido grande maturidade, como demonstrado por seu manuscrito ‘Essay’”.
O filho biógrafo de Darwin, Francis Darwin, escreveu que “apesar de Darwin ter quase todas as idéias principais da Origem em mente já em 1838, ele deliberou durante vinte anos antes de se comprometer publicamente com a evolução”.
Darwin declarou desafiadoramente a J. D. Hooker: “Não importa o que você diz, minha teoria das espécies é evangelho absoluto”. Evangelho? Daí já se pode notar a deterioração das crenças cristãs de Darwin. Começou, com essas palavras, uma erosão da confiança na Bíblia.
Veio também a morte de sua filha. O ceticismo crescente já era completo quando sua querida filha, Anne, morreu em 1851. O biógrafo James Moore escreveu que “duas emoções fortes, raiva e tristeza, destacam os anos de 1848 a 1851 como o período em que Darwin finalmente renunciou à sua fé”. Apesar de os herdeiros de Darwin suprimirem o efeito que a morte da filha teve sobre ele, suas palavras revelam o impacto.
Um mês mais tarde, ele referiu-se a si mesmo como “o capelão do Diabo”, que satiricamente, em linguagem figurada, refere-se a um incrédulo convicto. Darwin gradualmente descartou o teísmo a favor do deísmo e acabou até o nível de agnóstico.
O certo é que o próprio criador da evolução reconhece que não passava de uma teoria. Ele esperava que descobertas futuras preenchessem esses espaços e confirmassem sua “teoria”.
Ao sentir a falta de formas intermediárias no registro fóssil, Darwin confessou: “A geologia certamente não revela nenhuma mudança orgânica gradativa, e possivelmente essa é a objeção mais óbvia e séria que pode ser usada contra a teoria [da evolução] (Darwin, A origem das espécies, 151, grifo do autor)
O que se vê nessa teoria é muita falácia, especulação, ausência de espécie transicional, e que a microevolução, se é que existe, não prova a macroevolução. Em outras palavras, é estória para boi dormir.
Será onde os evolucionistas irão parar com esse devaneio de Darwin? 

Por 

Pr. Gilmar Tavares Reis


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